Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Como Hermione

Como Hermione

Os Meus Livros Favoritos

25.06.21 | A Miúda

1.jpg

     Na altura em que comecei a ganhar o gosto pela leitura, estava limitada ao que ia encontrando por casa. Primeiro, porque não tinha livros que fossem meus, nem sabia que géneros preferia. Segundo, porque tanto a minha mãe como a minha irmã partilham o gosto pela leitura, apesar de cada uma ter o seu estilo favorito. A minha irmã adora romances estilo Lesley Pearse. Os primeiros livros que ela me emprestou fizeram-me dizer com grande certeza “Não gosto de romances!”. No entanto, ao preparar a publicação desta semana, reparo que todos os meus livros favoritos encaixam nessa categoria... Mas enfim, passando ao que interessa, a publicação de hoje é uma apresentação de vários livros, não uma resenha! E mais importante: sem spoilers!

 

  Romance/clássicos

 

1.jpg

     Um já apareceu por aqui, o outro ainda não. A Morgadinha dos Canaviais (Júlio Dinis) foi das minhas primeiras aquisições e dos primeiros livros que li nas minhas viagens de comboio.

    Orgulho e Preconceito (Jane Austen) foi daqueles livros que me prendeu logo desde a primeira página, pela existência de personagens bem diferentes umas das outras, com personalidades e princípios completamente opostos; pela história em si e pela forma como está escrita. Sem dúvida que me despertou a curiosidade por ler outras obras da autora!

 

  Fantasia

 

2.jpg

     A primeira vez que li Harry Potter (J. K. Rowling), deveria ter uns 10 anos. A minha irmã tinha os dois primeiros livros da saga (Pedra Filosofal e Câmara dos Segredos) e lembro-me de os ter lido várias vezes. Para quem acha que este tipo de livros são indicados apenas para crianças, está muito enganado. Mesmo os livros mais infantis podem ter mensagens escondidas que só descobrimos e compreendemos quando somos mais velhos e temos mais maturidade.

    A Casa dos Espíritos (Isabel Allende) foi o livro que me deu a conhecer esta autora e como aconteceu em Orgulho e Preconceito, fiquei com muita curiosidade em ler outras obras dela. Adorei a forma como a história está escrita!

 

  Baseado em histórias reais

 

3.jpg     A temática da II Guerra Mundial e em particular do Holocausto, são das minhas favoritas. Apesar de retratarem um período horrível, por vezes mostram que mesmo nos momentos mais negros, é possível encontrar situações felizes. E O Tatuador de Auschwitz (Heather Morris) é exemplo disso mesmo. Para não divulgar muito do livro, digo apenas que o tatuador, apesar de presenciar e viver algumas das situações mais degradantes, consegue encontrar uma forma de ser feliz.

    Sobrevivi ao Holocausto (Nanette Blitz Konig) é um relato feito por uma antiga colega de Anne Frank, sobre a vida antes, durante e depois dos campos de concentração; um relato sobre as suas vivências e sobre o reencontro com Anne.

 

  Policial/Mistério

 

4.jpg

     Os livros de Luís Miguel Rocha são, sem dúvida alguma, os meus favoritos. São também os livros que menos tempo ficam parados na estante (por isso é que na foto não está a coleção completa!). Para os que não conhecem, cada livro do autor retrata um ou vários crimes (reais ou fictícios) com ligação ao Vaticano. Em cada livro, há personagens que mudam (como o papa em regência e alguns dos cardiais), mas existem muitas que se mantêm e que aparecem ao longo das várias obras. O autor fez um trabalho magnífico na criação das personagens, na descrição das cenas e na apresentação das narrativas.

     Um pequeno aparte: se não conhecem os livros e gostam de mistério, devem lê-los se conseguirem. São fantásticos! Mas o último livro merece um comentário, porque já me deparei com algumas queixas sobre ele. O autor faleceu antes de conseguir completar a sua obra e o último livro foi acabado por outros dois escritores (Porfírio Pereira da Silva e Rui Sequeira). Cada escritor tem a sua forma interpretar um tema, de o escrever e de o apresentar. O Luís Miguel Rocha escreveu apenas uma parte desse livro; o resultado final tinha de ser diferente do habitual, pelo facto de não ter sido o autor habitual a escrevê-lo.

 

  Romance/Espiritualidade

 

5.jpg

     A Gata do Dalai Lama (David Michie) e Comer, Orar, Amar (Elizabeth Gilbert) são dois livros fáceis de ler, ótimos para quem quer uma leitura leve e para quem está à procura de sugestões para o verão.

     No primeiro livro, a personagem principal é uma gata, que é encontrada por Dalai Lama quando era uma cria e estava a morrer. Cresceu para ser a mascote de um mosteiro tibetano, para ouvir os ensinamentos de Dalai Lama, para conhecer vários tipos de pessoas, e para viver as suas próprias aventuras.

     No segundo livro, a personagem principal é a própria autora. Tudo começa quando a ela chega a um impasse na sua vida. Nesse momento, decide fazer umas férias de 1 ano, divididas por 3 regiões: Itália, Índia e Indonésia.

 

     Boas leituras!