Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Como Hermione

Como Hermione

Dia do Autor Português

28.05.21 | A Miúda

IMG_20210527_172546_edited.jpg

     No passado dia 22 de maio celebrou-se o Dia do Autor Português. Este dia, criado em 1982, serve para homenagear os autores portugueses, de várias áreas artísticas, e para assinalar o aniversário da Sociedade Portuguesa de Autores.

    Pessoalmente, por muito que goste de ler e em especial livros recentes, há coisas nos livros mais antigos que me cativam: a opotunidade de conhecer uma época que eu não vivi, com costumes e tradições bastante diferentes dos atuais; a forma de escrever e a forma de falar do passado; o cheiro que só os volumes que já têm algum tempo de vida são capazes de transmitir.

     Os livros que trago hoje, em jeito de celebração desta efeméride, são alguns dos que me iniciaram no hábito da leitura. São livros que, apesar de terem sido escritos numa época diferente da que vivemos hoje, permanecem atuais e que, a seu tempo, terão o seu espaço, com maior detalhe, aqui no blogue.

 

  O Mistério da Estrada de Sintra – Eça de Queirós e Ramalho Ortigão

IMG_20210527_174258_edited.jpg

     Os Escritores: Eça de Queirós foi um escritor e diplomata português que nasceu em 1845. É considerado um dos maiores romancistas portugueses. As suas principais obras são O Mistério da Estrada de Sintra (1870), O Crime do Padre Amaro (1875), O Primo Basílio (1878) e Os Maias (1888). Faleceu em 1900.

     Ramalho Ortigão foi um escritor e jornalista português, nascido em 1836. Foi professor de Eça de Queirós, com quem escreveu O Mistério da Estrada de Sintra e, a solo, publicou Histórias Cor de Rosa (1869).  Faleceu em 1915.

 

     O Livro: Naquele que é justamente considerado o primeiro romance policial português, conta-se a história de um médico que regressa de Sintra acompanhado por um amigo. A meio do caminho, ambos são raptados por um grupo de mascarados, que os levam para um prédio isolado onde aparecera um homem morto. A partir daí, os acontecimentos sucedem-se em catadupa. Quem é o morto e quem o matou? E porquê? Quem era a mulher com quem ele se encontrava, e quem são os mascarados que pretendem proteger a sua honra? A história foi publicada no Diário de Notícias entre Julho e Setembro de 1870 sob a forma de cartas anónimas, e foram muitos os que se assustaram com os acontecimentos narrados. Só no final é que Eça de Queirós e Ramalho Ortigão admitiram tratar-se de uma brincadeira e que eram eles os autores das cartas.

     O Mistério da Estrada de Sintra foi publicado em forma de livro nesse mesmo ano. Em 1885, houve uma segunda edição revista por Eça de Queirós, que é a utilizada na presente edição.

     Informação retirada da Wook.

 

  A Morgadinha dos Canaviais e As Pupilas do Senhor Reitor – Júlio Dinis

IMG_20210527_174429_edited.jpgIMG_20210527_174555_edited.jpg

   O Escritor: Júlio Dinis, é o pseudónimo escolhido pelo médico e escritor português Joaquim Guilherme Gomes Coelho. Nasceu em 1839, na cidade do Porto e terá falecido em 1871. As Pupilas do Senhor Reitor foi o seu primeiro romance, publicado em 1867. De entre toda a sua obra, contam-se, por exemplo, Uma Família Inglesa (1868), A Morgadinha dos Canaviais (1868), Os Fidalgos da Casa Mourisca (1869).

 

    As Pupilas do Senhor Reitor: O título refere-se às personagens femininas do romance, duas meias-irmãs órfãs, Margarida e Clara, de personalidades opostas, adotadas pelo Reitor. A intriga centra-se, contudo, em Daniel, segundo filho do lavrador José das Dornas. Depois de, em rapazinho, ter renunciado à carreira eclesiástica por amor a Margarida, Daniel regressa à aldeia, já médico e completamente esquecido do seu idílio de infância. Para além do Reitor, a obra apresenta uma interessante galeria de tipos rústicos, onde se destacam as figuras de José das Dornas, João Semana, o bondoso médico rural, João da Esquina, o dono da loja, e a sua esposa interesseira, a ti'Zefa, a beata linguaruda, entre outras. Em suma, As Pupilas do Senhor Reitor traduz a vida rural portuguesa da época.

     Informação retirada da página GoodReads.

     Livro na Wook.

 

    A Morgadinha dos Canaviais: Em meados de oitocentos, Henrique de Souselas muda-se para uma aldeia no norte de Portugal, a conselho de seu médico, esperando deixar para trás, na capital, as suas doenças e angústias da vida urbana.

   Henrique encontra tranquilidade e paz de espírito na pequena aldeia minhota, onde conhece Madalena, uma mulher bela, de fortes ideais e de forte caráter, que o desperta para os encantos da vida rural.

     Júlio Dinis deixa-nos um maravilhoso retrato do quotidiano, dos costumes e das tradições da vida campestre, que acolhe harmoniosamente os temas da religiosidade, da política, da ambição e da vida familiar portuguesa da época.

     Informação retirada da Wook.

 

  A Viúva do Enforcado – Camilo Castelo Branco

IMG_20210527_174543_edited.jpg

     O Escritor: Nascido em 1825, Camilo Castelo Branco foi um escritor, romancista, cronista, crítico, dramaturgo, historiador, poeta e tradutor português. O seu primeiro romance foi publicado em 1851, intitulado Anátema, e do seu espólio os títulos mais conhecidos são Amor de Perdição (1862), A Queda de um Anjo (1866), A Bruxa de Monte Córdova (1867) e Eusébio Macário (1879). A Viuva do Enforcado é um livro de 1877. Faleceu em 1890.

 

     O Livro: Teresa amava-o ardentemente. Aquele rapaz era, com efeito, o que devera ter sido o artista de Guimarães para que as duas almas se identificassem. António Maria era arrojado nas aspirações e invejava a morte duns heróis revolucionários, cuja história contava à viúva entusiasta.
   Dramatizava coisas insignificantes com atitudes trágicas. Declamava com o timbre metálico de pulmões que se ensaiavam para o fôlego comprido das pugnas parlamentares. Sabia o gesto e a palavra atroadora de Desmoulins e Mirabeau. Era um homem antípoda do defunto Guilherme. Não tinha cismas, arroubos, nem enlevos pelo azul dos céus além. O seu amor manifestava-se em convulsões assustadoras, e às vezes ajoelhava-se aos pés de Teresa com a humildade de uma criança, e não ousava beijar-lhe a barra do vestido. Se lhe apertava, porém, a mão, os seus dedos fincavam-se como garra do açor, e o sangue latejava-lhe nas falanges.
     Dizia que tinha vontade de afogá-la nas suas lágrimas, e morrer. Chamava-lhe a sua redentora, porque já não pensava em estrangular os tiranos da pátria, desde que todo o seu futuro estava no amor ou no des prezo da única dominadora do seu orgulho. Se Teresa um dia lhe desse o seu destino, queria ir com ela para a América inglesa, para o coração do mundo onde pulsa a liberdade humana. Se lá a não encontrassem, iriam procurá-la no deserto; à sombra de uma palmeira fariam uma cabana, e no seio de um areal cavariam a sepultura de ambos.
     Este homem tinha lido as melhores asneiras de 1829: a Adriana de Brianville e Amélia ou os efeitos da sensibilidade; e conhecia Atalá, traduzido em 1820, e as Aventuras do último abencerragem, em 1828.
     Possuía literatura bastante para levar a peçonha dos romances ao serralho de Mahmoud II.

     Informação retirada da Wook.

 

  Menina e Moça – Bernardim Ribeiro

IMG_20210527_174606_edited.jpg

     O Escritor: Bernardim Ribeiro foi um escritor e poeta português que viveu entre os séculos XV e XVI. Menina e Moça é a sua obra mais conhecida (que também tem o nome de Saudades). Pouco se sabe sobre a sua vida, no entanto pensa-se que terá pertencido ao conjunto de poetas palacianos, juntamente com Sá de Miranda, Gil Vicente, entre outros.

 

    O Livro: Segundo Carolina Michaëlis (crítica literária nascida a 1851), Menina e Moça é uma obra “tão expressiva da alma nacional que os primeiros capítulos equivalem a uma elegia soluçada, que, mesmo traduzida em língua germânica, produz o efeito de desoladora melancolia”.

     Livro na Wook.

Desafio dos Pássaros 3.0: "Afinal havia outro... fogão"

21.05.21 | A Miúda

     Hoje há novos textos, acabadinhos de sair, diretos para o Desafio dos Pássaros.

    A parte mais interessante deste tipo de desafios, para além de escrever os textos, é ler o trabalho de outros autores. Partimos todos do mesmo ponto inicial, mas conseguimos chegar a destinos completamente diferentes.

     O tema desta semana é sobre fogões. Sim, fogões! Fica aqui o resultado:

 

------------------------------

 

     Finalmente, a primavera começava a dar os seus primeiros sinais. Os pássaros que tinham partido no final do verão passado já estavam de regresso, as flores começavam a abrir, no ar corria uma leve brisa fresca e o sol ria-se para quem o quisesse ver.


     Souberam escolher o dia perfeito para acampar. Ao todo, eram seis. Seis amigos ansiosos por poder voltar ao que mais gostam: à natureza, à liberdade, à tranquilidade. O primeiro acampamento do ano era sempre o mais aguardado. O lugar onde acontecia nunca se alterava. Assim o tinham combinado anos antes. E não era difícil de perceber porquê: de um lado, tinham o rio; do outro, a floresta. Ver o rio, de manhã, ao acordar, era simplesmente magnífico. A água era do mais azul que alguma vez haviam visto, estendia-se até ao horizonte e permitia ver, nas suas profundezas, as rochas que a água foi esculpindo ao longo do tempo. Lá ao longe, na linha do horizonte, viam-se as montanhas. Naquela altura do ano ainda tinham uns resquícios de neve, que se misturavam com o verde que começava a brotar.


     Os seis amigos organizavam-se em duas tendas: uma para os rapazes, outra para as raparigas. O Caramelo, o rafeiro que os tinha adotado numa das suas aventuras, era a mascote do grupo e não tinha tenda atribuída uma vez que gostava de visitar as duas.


     Naquela primeira manhã em que acordavam ao som das árvores a dançar, o Caramelo tinha escolhido a tenda dos rapazes e ainda dormitava. Lá fora, já alguém se tinha levantado e começava a preparar o pequeno-almoço do grupo. Foi quando deram conta que havia um problema: tinham embalado tudo o que iriam precisar, como de costume, mas parece que desta vez faltava uma coisa – o fogão. Como é que iriam aquecer a água e preparar as refeições sem fogão? Não o podiam ir buscar a casa, o caminho ainda era longo. Também não podiam arranjar lenha para fazerem uma fogueira, uma vez que a madeira ainda estava húmida do inverno. E agora? Cada pessoa tinha uma tarefa, a da Matilde era trazer o fogão. Como é que se esquece uma coisa grande e pesada?


    Os que ainda estavam deitados, depressa se levantaram, ao ouvir a discussão. Um, pergunta o que é que se passa; outro, pede que se fale mais baixo que ainda quer dormir mais um pouco; um terceiro, que não está para chatices, vai dar uma volta para esticar as pernas.


     O clima estava a aquecer quando o Simão anuncia, na serenidade que lhe era habitual, que se tinha lembrado de colocar um fogão extra na carrinha, por precaução, para o caso de haver alguma emergência. E ainda bem que o fez. Afinal havia outro fogão, a Matilde pôde ficar mais descansada e os amigos perdoaram-lhe a falha. Prepararam o pequeno-almoço e, no final, partiram à aventura pela floresta, à procura das marcas que haviam deixado no ano anterior.

Criar o hábito da leitura

14.05.21 | A Miúda

paper-3240768_1920.jpg

Fonte: pixabay | @ThoughtCatalog

 

     Um dia li algures que criar um hábito novo é algo que demora cerca de 21 dias. Ou seja, devemos repetir a mesma ação todos os dias, ao longo de quase 1 mês, para que esta fique enraizada e vire um hábito.

     Eu sempre gostei de ler. Por um lado, cresci rodeada de livros; por outro, cresci com o meu avô que passava os dias a ler. Apesar disso, o hábito cresceu quando entrei na faculdade. Nessa altura, fazia longas viagens de comboio e os livros passaram a ser a minha companhia.

 

  Criar o hábito

    1. Escolher o local

     Para mim há um detalhe fundamental quando se trata de ler: um espaço tranquilo. Eu sou alguém que se distrai com enorme facilidade. Quando quero ler, preciso de estar sozinha ou em silêncio absoluto. Quando tal não é possível, como em viagens de comboio, por exemplo, a música ajuda-me a distrair de toda a algazarra que está a acontecer à minha volta. Esta playlist é um exemplo do tipo de música que me ajuda a concentrar:

 

    2. Escolher a hora

     Repetir a mesma ação durante quase 1 mês, implica dispensar algum tempo do nosso dia para a realizar. Na correria do dia-a-dia, tal pode ser complicado.

     Eu tento tirar dois momentos do meu dia para dedicar à leitura: o primeiro, de manhã; o segundo, antes de me deitar. Gosto de começar os meus dias com tranquilidade e, em vez de dedicar esse tempo às redes sociais, dedico-o à leitura. Da mesma forma, depois de um dia cansativo, sabe bem desligar. Em vez de estar nas redes sociais, a ver vídeos no Youtube ou a fazer qualquer outra coisa para passar o tempo, pego num livro e leio.

 

    3. Escolher o livro

     Eu já li livros sobre vários temas: uns gostei, outros nem por isso.

   Quando se está a tentar criar um hábito é importante que se faça por gosto e não por obrigação. Da mesma forma, se alguém está a tentar ler mais, se alguém está a tentar criar o hábito, algo que ajuda muito é encontrar temas que nos agradam. Por exemplo, um dos meus temas favoritos é a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto. Apesar de ter sido um dos períodos mais negros da história mundial, os relatos desse tempo podem ser bastante interessantes e, em alguns casos, é possível encontrar momentos bonitos entre todo aquele horror. Por outro lado, temas que não me cativam tanto, têm que ver com filosofia ou geografia. Se tiver de ler algum livro sobre estes temas, muito provavelmente não me vou sentir motivada e, por isso, vou demorar muito mais tempo para o ler.

 

    4. Ler

     Ler sempre foi muito importante, mas é mais ainda nos dias que correm. Ainda há pouco tempo saiu uma notícia que dava conta de que os mais novos têm dificuldade em identificar fontes credíveis de informação. Com toda a certeza, esta não é uma dificuldade exclusiva dos mais novos, mas sim de todos nós.

     A leitura, para além de nos permitir viajar no tempo e no espaço, permite-nos descobrir novas formas de ver o mundo, permite-nos descobrir novas formas de olhar para os problemas. A leitura permite o conhecimento de novas palavras e o desenvolvimento do pensamento crítico. Através da leitura, podemos “acordar” para alguns dos problemas sociais e desenvolver os nossos valores e princípios.

 

     Ler, segundo o dicionário da língua portuguesa, significa “interpretar o que está escrito”. Podem ser livros, jornais, revistas, artigos científicos, publicidade, etc. E nos dias que correm, ler é mais importante que nunca!

 

     Boas leituras! 

Desafio dos Pássaros 3.0: "Foi o que ouvi"

07.05.21 | A Miúda

     O "Desafio dos Pássaros" é um desafio de escrita promovido pela página com o mesmo nome e foi um dos motivos que me levou a criar este blogue. Simplificando, a cada 15 dias é lançado um tema/frase, que serve de base à criação dos textos. A frase desta semana é a seguinte:

Foi o que ouvi

 

   Eis o resultado

     É certo e sabido que toda a rua tem a sua patrulha. Não, não estou a falar de patrulha policial, mas antes daquela pessoa, ou grupo de pessoas, que sabe sempre tudo o que acontece na sua rua e tudo o que se passa na vida dos vizinhos. Desengane-se quem acha que a coscuvilhice é um exclusivo do género feminino; o masculino não está, de todo, excluído destas andanças.

     De um lado e do outro, existem grandes casa, altas e floridas. No ar, corre uma leve brisa que transporta o cheiro das flores e o chilrear alegre dos pássaros. As comadres preparam-se para o relatório do dia. Uma delas, a mais baixa, um pouco corcunda e alegre, mora no final da rua. A outra, alta, de olhos escuros e rosto simpático, mas matreiro, mora no meio. A terceira, a mais nova, mais alta e mais simpática, mora no início. Os mais atrevidos poderão dizer que escolheram as suas casas a dedo, em posições estratégicas para terem uma melhor visão de tudo o que acontece, mas isso não é verdade. Foi apenas uma coincidência.

     Quem deu a notícia às outras duas foi a mais nova. Contou-lhe o Sr. Amílcar, o vizinho da frente. Ao que parece, há um novo desafio que anda a deixar a aldeia empolgada.

     - O quê? Um desafio de quê? – pergunta a do rosto matreiro.

     - Segundo consta por aí, é um desafio de escrita – responde a porta-voz da notícia. Acho que é lançado um tema e depois cada um escreve o que lhe apetece sobre ele.

     - Ah, já estou a perceber. É capaz de ser divertido. Será que também posso participar?

Olá, leitores!

03.05.21 | A Miúda

Sem Título.png

 

     Apesar de sempre ter gostado de ler, foi em 2015 que ganhei o hábito da leitura. Nesse ano entrei para o primeiro ano da faculdade e os livros, tal como a música, eram a minha companhia durante uma viagem de várias horas. Os livros, tal como a música, continuaram a fazer-me companhia durante a pandemia e foi, nessa altura, que surgiu a ideia de criar este blogue. A ideia passou a ação, quando no final do mês de abril descobri uma página (Desafio dos Pássaros), aqui na blogosfera, que lançava desafios de escrita criativa, nos quais eu gostava de participar, mas que não fazia sentido fazê-lo utilizando o meu blogue principal.

 

   Nome do blogue

     Com os nomes “porreiros” já escolhidos, “Como Hermione” foi o que se pode arranjar. Mas tem algum sentido, ora vejam. Primeiro, é uma referência à minha saga e a uma das minhas coleções literárias favoritas – Harry Potter, pois está claro! Segundo, quem conhece a personagem sabe que “Hermione” é, talvez, a maior leitora que existe e que alguma vez existirá. Também acaba por ser uma referência a uma pessoa que eu adoro e admiro – Emma Watson, que interpretou o papel de Hermione nos filmes da saga (também fez de Belle, em A Bela e o Monstro, outra personagem que ama ler!).

 

   O que se avizinha

     As minhas intenções com este blogue são: partilhar os meus textos do desafio que mencionei no início, partilhar outros textos que vá escrevendo, partilhar os livros que vou lendo e a minha opinião sobre eles. Ocasionalmente, também pretendo partilhar algumas músicas/grupos que vou descobrindo.

     O blogue será semanal, com uma publicação por semana (com exceção desta semana, que serão duas), à sexta-feira.

 

     Até sexta, boas leituras!